A Dieta do Dinheiro - Desemprego
Um dos maiores motivos que pode levar a saída de uma dieta financeira é uma das maiores causa de inadimplência para bancos e instituições semelhantes: o desemprego.
O desemprego - sempre imprevisível - afeta os planos financeiros e o estilo do custo de vida de qualquer profissional, já que demanda algumas ações corretivas como revisão de gastos, metas de poupança entre outras.
O desemprego pode acontecer a qualquer profissional, independente do ramo de atuação ou da situação da economia. Embora durante uma crise em um setor ou mesmo no país como um todo as chances do desemprego acontecerem são bem maiores.
Atualmente estamos vivendo uma economia em crescimento cujos fatores são - para citar alguns: a estabilidade da moeda, o nível de investimento das empresas privadas, o mercado consumidor com maior poder aquisitivo, oferta de crédito crescente entre outros; ou - como alguns colegas meus dizem - estamos numa fase de expansão da bolha econômica. Vide dados de desemprego cada vez menores.
De fato, recrutadores de empresas informam que o mercado de trabalho está aquecido, embora ainda faltem profissionais qualificados. Particularmente discordo desta afirmação da escassez de especialização de trabalhadores, pois sou prova de qualificação e imprevistos como o desemprego (sim, atualmente estou desempregada).
Diante desta situação é importante - além da busca de uma recolocação - apertar o regime de gastos, questionando-os.
Por exemplo: vale a pena usar o automóvel para ir a qualquer lugar? Vale a pena buscar horas de lazer a grandes distâncias ou mesmo viajar para relaxar? Ou até mesmo adquirir algum bem ou produto? Lembre-se que nunca podemos prever o tempo de um desemprego - há profissionais que passam meses, até anos desempregados.
Por isso, pense na forma de agir e de consumir quando se está entre desafios e controle ainda mais impulsos e modere decisões. Seu estilo de vida mudou temporariamente e seus hábitos têm de ser igualmente adaptados.
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