Ladrões e Bancos
Todo mundo sabe - ou deveria saber - sobre a importância de uma navegação na internet com segurança. Mesmo assim, recentemente fui testemunha de três colegas sofrendo com fraude na internet. Todos tiveram suas contas correntes (nos bancos Bradesco, Bradesco Prime e Itaú) saqueadas por fontes desconhecidas.
Em um destes casos, o ladrão, além de fazer compras com o número do cartão de débito em sites famosos, programou transferências eletrônicas de montantes significativos para outra conta corrente.![]()
Não obstante, os bancos tentam sempre, mas parece que não conseguem driblar a capacidade criativa dos ladrões.
Enquanto isso, todo correntista passa por inúmeras senhas e tentativas de controle de fraude: senhas para cartão, senhas para transação, cartão com senha variável, senha alfanumérica para saques e até tolken para acesso ao site do banco.
Profissionais de tecnologia e segurança de rede que trabalham para instituições bancárias, correm para elaborar programas criptografados para diminuir o risco.
O que falta, de fato, é a habilidade de adaptação à tecnologia. Por exemplo: ao tentar acessar a minha conta no Banco Real ABN Amro, o módulo de segurança pede para ser instalado pela décima vez. Motivo: incompatibilidade com a nova versão do Firefox!
Por tudo isso eu pergunto: Adianta não termos softwares suspeitos instalados em nossas máquinas? Não navegarmos em sites estranhos? Verificarmos os cadeados e VeriSigns ao efetuar compras pela web? Não cairmos em falsos emails sobre recadastramento de contas ou confirmação de compras?
E mais: adianta controlarmos nossas finanças se corremos o risco de termos nossas economias saqueadas de dentro do banco, virtualmente?


